Para dirigir sozinho, um veículo precisa aprender a enxergar.
Um veículo autônomo é, antes de tudo, uma câmera que entende o que vê. Existem abordagens que empilham sensores — LiDAR, radar, ultrassom — cada um custando dezenas de milhares de dólares. E existe a abordagem que aposta em visão computacional: câmeras e inteligência artificial.
A Bex Cam é a nossa aposta na segunda escola — aplicada ao contexto brasileiro. Dois produtos, dois propósitos: um para escalar a rede de coleta, outro para treinar os modelos que vão dirigir.
Bex Cam App
O caminho mais direto para colocar olhos nas ruas do Brasil. Qualquer celular vira uma estação de coleta — vídeo, GPS, acelerômetro — enquanto o motorista dirige normalmente.
O propósito do App não é treinar modelos de condução. É cobertura. Milhares de motoristas em dezenas de cidades, gerando dados de tráfego em tempo real. Cada telefone ligado é um nó a mais na Malha Bex — a rede que transforma a frota brasileira numa infraestrutura de monitoramento urbano para prefeituras, frotas e seguradoras.
Bex Cam Device
Uma câmera dedicada, instalada no veículo, com telemetria OBD completa. Resolução, ângulo, taxa de quadros e metadados controlados — tudo pensado para gerar dados com qualidade de treinamento.
O propósito é diferente do App: cada quilômetro rodado com o Device alimenta o Bex Dataset e treina o Bex Pilot. O Device não busca escala — busca precisão. É o sensor que ensina o modelo a enxergar mototáxi, buraco, ultrapassagem em mão dupla.